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PROHUMANOS Ser palhaço é coisa séria

Grupo de intervenção social

Onde houver necessidade,
ali terá um palhaço para intervir.

Usamos a linguagem do palhaço para chegar perto de quem a sociedade deixou de lado. Não é show, não é recreação: é presença, escuta e afeto em hospitais, ILPIs, casas de acolhimento, abrigos, presídios e comunidades.

O nariz é a menor máscara do mundo — e a que mais abre portas.

Quem somos

Um grupo que entra onde quase ninguém entra

O Prohumanos é um grupo de intervenção social que usa a linguagem do palhaço na aproximação com pessoas excluídas e marginalizadas socialmente. Visitamos hospitais, ILPIs, casas de acolhimento, abrigos, escolas, presídios e comunidades terapêuticas.

A humanização começa quando o ser humano volta a ser o protagonista do processo — não a doença, não o procedimento, não o número do leito. É isso que buscamos em cada visita: respeito, valorização e um encontro de verdade, mesmo que dure cinco minutos.

“No teatro os comediantes fazem de conta. Nós, os palhaços, fazemos as coisas de verdade.” François Fratellini
+18anos de estudo da linguagem do palhaço
+5 milvoluntários formados em 15 anos
5estados com coordenação ativa
Brasil
e exterior
projetos humanitários coordenados

O que nos move

Missão, valores e visão

Missão

Levar esperança a pessoas marginalizadas e em situação de vulnerabilidade social. Nosso intuito não é exatamente levar alegria, mas amor sincero e fraternal — proporcionando momentos agradáveis e de desenvolvimento social através da figura do palhaço.

Valores

Amor ao ser humano, sem distinção de classe econômica, raça ou credo religioso. Nossa preocupação é focar a pessoa e as necessidades dela.

Visão

Expandir nossas atividades a partir de nós mesmos: ser pontes que despertam novos integrantes para atender cada vez mais a necessidade humana.

Palhaços e PALHAÇOS

Recreação e intervenção não são a mesma coisa

Quando se fala em palhaço, todo mundo pensa no cômico. Mas o palhaço visitador descobre rápido que a comicidade nem sempre é o meio certo de abordagem. No leito de um hospital, ele pode virar um simples ouvinte — porque é disso que aquela pessoa precisa naquele momento.

O palhaço não interpreta: ele é. É a exposição do que há em cada um de nós, com fraquezas e fragilidades à mostra. Por isso é único e intransferível — e por isso a construção dele exige orientação, estudo e responsabilidade.

Recreação

  • O palhaço ocupa o centro da cena
  • Objetivo é entreter e divertir
  • Repertório pronto, repetido a cada público
  • O encontro termina quando o número acaba

Intervenção social

  • A pessoa visitada é o centro
  • Objetivo é acolher, escutar e humanizar
  • Cada abordagem nasce da leitura daquele ambiente
  • Às vezes o melhor que o palhaço faz é ficar em silêncio

Nossa linha de pensamento é a de Patch Adams: estar junto do paciente já mostra o sentido real de amor e compaixão — colocar-se no lugar do próximo ou, ao menos, dividir com ele o momento, seja feliz ou triste.

Onde atuamos

Cada lugar pede um jeito diferente de chegar

Hospitais ILPIs Casas de acolhimento Abrigos Escolas Presídios Comunidades terapêuticas Ações de rua Missões internacionais

Como visitamos

O cuidado antes da graça

Voluntariado não é prática informal. Exige seriedade e compromisso das duas partes — do voluntário e da instituição. Todo palhaço Prohumanos passa por formação e segue um protocolo de visita.

  • Centralizar o indivíduo, nunca a doença
  • Ouvir, aceitar e compreender
  • Aproveitar a oportunidade como se fosse única
  • Não cansar o paciente nem os familiares
  • Lavar as mãos antes de entrar e depois de sair
  • Nunca entrar sem bater na porta
  • Conferir restrições de visita antes de qualquer coisa
  • Não demonstrar piedade nem nojo diante das feridas
  • Respeitar a religiosidade e o credo de cada pessoa
  • Nunca prometer nada ao paciente
  • Não levar alimento nem oferecer água sem a enfermagem
  • Só fotografar com permissão da instituição e da pessoa

Registro das ações

Veja mês a mês onde os palhaços estiveram

Cada visita tem sua data, seu lugar e suas fotos. É o nosso jeito de prestar contas de quem confia no trabalho.

Abrir o registro de visitas

Quem coordena

Coordenação nacional

Criação e coordenação geral: Eslon Bueno Chagas (Zilão).

Arley FrancoCuiabá · MT
Luana GoldAraguari · MG
Leandro HiginoBH / Betim · MG
Eslon BuenoFundador e coordenador geral · Uberlândia · MG
Bianca MarconatoRio das Pedras · SP
Wilton Palha NetoRio de Janeiro · RJ
Liverson SouzaCampo Grande · RJ
Rodolfo BarbalhoGoiânia · GO
Marina BragaGoiânia · GO
Yago RodriguesAnápolis · GO
Thaynara SantosRio Verde · GO

Diretoria nacional

Carolina Silva Chagas · Léia Rosa · Marcelino Araújo

Conselho fiscal

Lais Paulino · Jeverson Marcus · Eliomar Mendes

Coordenação de projetos

Maria Alcileia Silva Rosa · Zilão

Parcerias

Ligação Internacional · Gito Wendel Sal da Terra Garagem · Amazônia

Fale com a gente

Quer receber uma visita, apoiar ou virar voluntário?

Instituições, hospitais e abrigos podem solicitar visitas. Quem quiser vestir o nariz também é bem-vindo — a formação é nossa.

Telefone / WhatsApp (34) 99976-4701

Segue aí e dá aquela força

Prohumanos® · Programa de Humanização e Assistência Social Ser palhaço é coisa séria